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Inscrições estão abertas e podem ser realizadas até o próximo domingo (27)

Selecao BolsistasHOME

O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) está com processos seletivos abertos para a seleção de bolsistas, visando a atuação no projeto de avaliação de impacto do programa Nossa Bolsa e para apoio no projeto Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) do Espírito Santo.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até o próximo domingo (27), mediante o preenchimento da ficha de inscrição on-line e envio da documentação comprobatória descrita nos editais 08 e 09/2020, disponíveis no site do IJSN.

O processo de seleção de bolsistas compreenderá três etapas distintas. São elas: análise de currículo e envio da documentação comprobatória; entrevista individual; e análise de documentação pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado do Espírito Santo (Fapes). Todas as etapas são eliminatórias, sendo a primeira e a segunda também classificatórias.

Podem participar das seleções candidatos com ensinos médio e superior completos e mestrado em áreas descritas nos editais. A carga horária será de 30 (trinta) horas semanais, distribuídas, preferencialmente, em 6 horas diárias. Os valores das bolsas variam de R$ 1.350 a R$ 3.200.

 

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do IJSN
Larissa Linhalis
(27) 3636-8066 / 99892-5291
comunicacao@ijsn.es.gov.br 

 

 

Dia da Arvore

Nesta segunda-feira (21), na data em que se comemora o Dia da Árvore, o Governo do Estado, através da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e do Instituto Jones dos Santos Neves, entregou o novo imageamento da cobertura florestal do Espírito Santo. Um investimento de R$ 470 mil na aquisição de imagens mais atuais de satélite de todo o Estado, feitas entre julho de 2019 e junho de 2020, com resolução de 50cm que permite o uso em escala 1:15.000, com imagens provenientes da Constelação Kompsat (Korean Multi-Purpose Satellite).

O imageamento faz parte das entregas previstas pelo Projeto de Avaliação do Programa Reflorestar, que integra o Plano Estadual de Monitoramento e Avaliação que é realizado pelo IJSN, no âmbito do Sistema de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (SiMAPP), que tem entre um dos objetivos promover a tomada de decisão a partir de evidências, aprimorando as políticas públicas e otimizando o gasto para a obtenção de resultados.

O governador Renato Casagrande destacou a importância do Programa e a parceria com as prefeituras para o avanço da preservação ambiental. “O trabalho com os municípios é fundamental para que tenham estrutura e autonomia para fazer os licenciamentos e também profissionais para a orientação e fiscalização. Nós queremos que esse Estado seja referência em biodiversidade. Nossa diversidade marinha é a maior do Brasil. Temos ecossistemas com diversidade muito grande”, afirmou.

Casagrande prosseguiu: “O Reflorestar é fundamental para recuperarmos a cobertura florestal e produzimos água. Nunca tivemos tanto desmatamento e tantas queimadas como agora. O Dia da Árvore é hoje, mas não temos muitos motivos para se comemorar. Sei que é difícil controlar os focos de incêndio e desmatamento em um país do tamanho do Brasil. Mas a minha crítica é ao negacionismo, a falta de reconhecimento sobre o que está acontecendo me assusta.”

Para o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Fabricio Machado, o novo imageamento, impulsionado pelo Reflorestar, vai ajudar a entender melhor a evolução da cobertura florestal do Estado, bem como de outras formas de uso do solo, como o café, o eucalipto, o pasto etc.

“Aprendemos, desde o período escolar, a celebrar o Dia da Árvore com atividades de educação ambiental, com plantio de mudas e outras ações recreativas. Hoje, as responsabilidades são ainda maiores. Investir em conhecimento e tecnologia para ajudar a preservar e restaurar nossa cobertura florestal é estratégico e fundamental. O novo imageamento, aliado ao uso de outras tecnologias de gestão que estamos desenvolvendo, tornará possível enxergar, literalmente, onde e como deverão ser empenhados os esforços dos nossos programas ambientais”, avaliou o secretário.

O diretor-presidente do IJSN, Daniel Cerqueira, explicou que além da evolução da cobertura florestal, o projeto de Avaliação do Programa Reflorestar contempla a medição do impacto socioeconômico do programa nos municípios e comunidades atendidas e do impacto na qualidade e disponibilidade hídrica. “O papel do Instituto Jones é contribuir com cientificidade, evidências e dados para o aprimoramento do programa Reflorestar e consequente melhoria da gestão ambiental estadual”, afirmou.

A partir do novo imageamento, será possível realizar também uma nova classificação de uso do solo, permitindo, por exemplo, a comparação de uso do solo nas propriedades atendidas antes e após o Programa Reflorestar.

A partir dessa nova classificação de uso do solo, será possível também avaliar a situação dos 285 mil hectares de mata nativa em estágio inicial de regeneração natural mapeados a partir das imagens feitas em 2015 e que foram consolidados no último Atlas da Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo. A atualização do Atlas também está prevista com este novo imageamento.

As imagens são comparadas com imagens e mapeamentos realizados em outros períodos. Além do mapeamento de uso do solo e da hidrografia, já previstos, será possível ainda: acompanhar o crescimento das áreas urbanas, de obras, realizar estudos topográficos, delimitar áreas a serem protegidas, entre outras aplicações.

“Temos um imageamento anterior do Estado, realizado entre 2012 e 2015, feito por aerolevantamento (imagens feitas por equipamentos instalados em aeronaves). Desta vez optou-se por imagens de satélite por terem um custo bem menor e permitirem o levantamento de uma área extensa, como o Estado do Espírito Santo inteiro, num espaço de tempo menor. As imagens orbitais (de satélite) estão cada vez mais comuns e de melhor qualidade. Elas se assemelham muito a uma fotografia aérea”, pontuou o coordenador de Geoespacialização do IJSN, Pablo Jabor.

Essas ações de monitoramento ampliam o universo de abrangência do Reflorestar, o que para o coordenador do Programa Reflorestar, Marcos Sossai, a cada ano vem se transformando e ampliando e aperfeiçoando suas estratégias de ação.

“O Reflorestar deixou de ser há muito tempo apenas o executor do programa estadual de pagamento de serviços ambientais a produtores rurais, e passou a executar diversas outras estratégias de ações, com destaque para aquelas que estimulam o uso de florestas como fonte de renda sustentável para o produtor rural”, declarou Sossai. 

As imagens também estarão disponíveis para toda a sociedade, por meio do Sistema Integrado de Bases Geoespaciais do Estado do Espírito Santo (Geobases), no link http://bit.ly/GEOBASES_KOMPSAT33A.

Plano Estadual de Carbono

O World Resources Institute (WRI-Brasil), a The Nature Conservancy (TNC) e O World Wide Fund for Nature (WWF-Brasil) são as organizações não-governamentais internacionais que firmaram parceria com a Seama, para elaboração e implementação do Programa Estadual de Carbono, uma iniciativa pioneira no Brasil e que visa a colocar o Espírito Santo na linha de frente na reabertura dos mercados de Carbono, aproveitando a baixa oferta inicial de carbono de outras fontes confiáveis. 

Para Miguel Calmon, consultor sênior do programa de Florestas do WRI, o Programa Estadual de Carbono pode ajudar a atrair recursos para aumentar a escala de restauração florestal no Estado, e pode alcançar destaque nacional neste tipo de negócio, tornando o Espírito Santo o mais bem preparado do País na silvicultura de espécies nativas para manejo sustentável.

“O Espírito Santo pode ser o protagonista da nova era da economia de baixo carbono. Tem governança, transparência, tem um programa inovador de restauração (Programa Reflorestar) e possui presença forte do setor privado, além de ter compromisso com várias organizações como WRI Brasil, a TNC e WWF”, avalia o consultor da WRI.



Informação à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Governo
Giovani Pagotto
(27) 98895-0843

Assessoria de Comunicação da Seama
Paulo Sena
(27) 99956-0609
meioambiente.es@gmail.com

Assessoria de Comunicação do IJSN
Larissa Linhalis
(27) 99892-5291 
comunicacao@ijsn.es.gov.br

 

Capa Boletim Economia Criativa v2

No 2º trimestre de 2020, o número de pessoas ocupadas em atividades criativas no Espírito Santo foi estimado em 144,4 mil pessoas, representando 8,2% do total de pessoas ocupadas e uma queda de -14,6% em relação ao 2° trimestre de 2019.

 

Os dados completos do PIB Estadual constam em documento publicado pelo IJSN, nessa quinta-feira (17), em evento on-line

Divulgacao PIB 2Tri2020

O Produto Interno Bruto (PIB) do Espírito Santo registrou recuo de - 5,9% no segundo trimestre de 2020, quando comparado ao trimestre imediatamente anterior, desempenho melhor que o nacional, cuja queda foi de -9,7%. O período compreende os meses de maior impacto da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) na economia do Estado.

“A magnitude dos resultados reflete as medidas necessárias tomadas em âmbito estadual para contenção do contágio da Covid-19. Os desdobramentos mundiais da pandemia, bem como a suspensão do funcionamento de diversos estabelecimentos não essenciais, acentuaram as quedas nas atividades de Indústria e Serviços e reverteu o desempenho positivo que o Comércio vinha registrando”, pondera o coordenador de Estudos Econômicos do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Antônio Ricardo Freislebem da Roch.

No acumulado do ano (janeiro a junho de 2020), a queda na economia estadual chegou a -6,1%. Nesta mesma base de comparação, a Indústria geral recuou -20,8%, os Serviços -7,9% e o Comércio varejista ampliado -4,2%.

A retração na Indústria foi generalizada alcançando a Indústria Extrativa (-29,7%) e todas as atividades da Indústria de Transformação que, em média, recuou -12,9%. Comportamento semelhante ocorreu no setor de Serviços, no qual todos os segmentos apresentaram queda, com destaque para Serviços prestados às famílias (-32,0%) e Serviços profissionais, administrativos e complementares (-11,1%). No Comércio varejista ampliado, o decréscimo resultou da combinação das variações negativas no Varejo restrito (-1,5%) e em Veículos, motocicletas, partes e peças (-12,5%).

Por sua vez, os resultados esperados para a produção agrícola mostram contribuições que vão em diferentes direções, conforme a cultura que se observa. Das dez principais lavouras, há expectativa de queda em quatro e expansão em seis: Café Conilon (-10,3%), Café Arábica (+33,5%), Pimenta-do-reino (+7,6%), Tomate (-2,2%), Banana (+2,9%), Mamão (+9,0%), Cana-de-açúcar (-6,9%), Cacau (+2,7%), Coco (+0,6%) e Abacaxi (-16,2%).

Com os resultados, o PIB Nominal capixaba totalizou R$ 122,5 bilhões no acumulado dos últimos quatro trimestres, sendo de R$ 30,3 bilhões no 2º trimestre de 2020.

Tanto o PIB estadual (-10,2%) quanto o do Brasil (-11,4%) registraram forte queda na comparação entre os segundos trimestres de 2020 e 2019. A retração nacional foi mais acentuada em razão dos desempenhos do Comércio varejista ampliado e dos Serviços.

Retomada

Apesar dos resultados do segundo trimestre, as perspectivas de retomada capixaba são otimistas. A maioria dos setores já demonstram indicadores positivos, como é o caso do Comércio Varejista Restrito, cujo volume de vendas no Espírito Santo avançou +8,7% em julho de 2020, no confronto com o mesmo mês do ano anterior, e do volume do setor de Serviços, que em julho de 2020 teve avanço de +2,2%, frente ao mês imediatamente anterior.

“O que percebemos olhando para os indicadores e para o cenário conjuntural é que o pior já passou. Mas temos ainda um processo de volta à normalidade das nossas vidas e de volta à normalidade econômica também. O Espírito Santo sentiu mais intensamente os efeitos de demanda já no começo e até antes da pandemia se instalar aqui, devido à relação com o comércio exterior, mas agora estamos do outro lado do cenário. Começamos a nossa retomada com a economia organizada e acreditamos em uma recuperação em ‘V’”, analisou o diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Daniel Cerqueira.

Além do grau de abertura capixaba (relação com o comércio exterior) – quase o dobro do brasileiro –, que trouxe um sinal negativo num primeiro momento, mas num cenário de recuperação mostra-se como uma das vantagens do Estado, Cerqueira aponta ainda outros dois motivos que deixam o Espírito Santo numa situação mais confortável para uma retomada econômica: “1, a maturidade institucional dos Governos Estadual, municipais, de parlamentares e demais instituições, num trabalho de excelência, conjunto e cooperativo, desenvolvido no sentido de navegar nesses mares revoltos que vivemos; e 2, o capital social capixaba, que tem relação com a forma como a sociedade se organiza para resolver conjuntamente problemas, com esforço do setor produtivo, investidores e empresários articulados para manterem empregos e a economia girando na medida do possível”, completou Cerqueira.

Os dados completos constam no documento publicado pelo IJSN, nessa quinta-feira (17), em evento on-line. A estimativa do PIB é calculada trimestralmente pelo Instituto e tem por objetivo um acompanhamento mais atualizado da economia do que o PIB anual, cujos resultados apresentam defasagem de dois anos. O cálculo do PIB Estadual é realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Panorama Econômico

Na mesma ocasião, também foi divulgado o Panorama Econômico do Espírito Santo referente ao segundo trimestre de 2020. O documento apresenta uma análise detalhada dos desempenhos setoriais registrados pelo PIB Trimestral (Indústria, Comércio e Serviços), além de dados do Comércio Exterior, Inflação e Mercado de Trabalho.

Em relação ao comércio exterior capixaba, o segundo trimestre de 2020 apresentou crescimento frente ao trimestre anterior, com uma corrente de comércio (importações e exportações) com aumento de +9,01%, devido ao crescimento de +40,48% nas importações, uma vez que as exportações do Estado recuaram -19,11% no mesmo período.

Os Estados Unidos continuaram sendo o principal destino das exportações do Espírito Santo, com 32,59% de participação no segundo trimestre de 2020. A China subiu para o segundo lugar, com 19,58%, seguida pela Malásia, com 7,82%.

No tocante às principais origens das importações capixabas, no segundo trimestre, o Brasil passou a ocupar o primeiro lugar, com 39,34% do total capixaba. O ganho de participação do próprio País como origem das importações se deve a um movimento de nacionalização de equipamentos para exploração de petróleo, que causou variações positivas nos dados de importação do Espírito Santo, por ser um dos Estados produtores de petróleo.

As exportações do agronegócio capixaba alcançaram US$ 361,1 milhões no segundo trimestre de 2020, aumento de +19,3% em relação ao trimestre anterior, decorrente das maiores vendas de café (+32,9%) e celulose (+8,2%). Os principais produtos exportados no trimestre foram celulose (42,6%), do total exportado, café em grão (37,4%) e especiarias (11,3%).

Em relação ao mercado de trabalho, no segundo trimestre de 2020, a taxa de desocupação no Espírito Santo foi estimada em 12,3%, mantendo-se estável estatisticamente tanto em comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Considerando apenas os empregos formais, estes apresentaram saldo negativo de -27.319, referente aos postos de trabalho no Espírito Santo, no acumulado do ano (janeiro a junho).

Entre os setores que registraram saldos negativos, destaque para Serviços (-12.655), Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (-7.648), Indústria geral (-5.476) e Construção (-1.369).

Os resultados negativos no número de postos de trabalho estão fortemente vinculados aos efeitos da pandemia da Covid-19 no Estado e às necessárias medidas de distanciamento social adotadas para mitigar os efeitos da doença.

“Fechamos o ano de 2019 com o maior saldo de empregos formais dos últimos seis anos. Em dezembro de 2019, o Estado apresentava saldo positivo de mais de 19 mil empregos. A perspectiva no mercado de trabalho estadual para este ano também vinha positiva, com saldo de mais de 3 mil vagas em fevereiro, por exemplo, mas fomos surpreendidos pelos impactos da pandemia”, pontuou o diretor de Integração e Projetos Especiais do IJSN, Pablo Lira.

Apenas o setor de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura apresentou acréscimo no número de vínculos empregatícios (+381) no período.

O Panorama Econômico também apresenta dados sobre os requerentes de seguro-desemprego no Estado. O número aumentou +33% em relação ao segundo trimestre de 2019 e +34,2% em relação ao trimestre anterior. Em valores absolutos, no segundo trimestre de 2020, foram 44.717 requerentes de seguro-desemprego no Espírito Santo. O crescimento verificado foi maior que nos anos anteriores, o que também aponta os efeitos da pandemia da Covid-19.

Veja o relatório do Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo – 2º Trimestre de 2020 

Leia a íntegra do Panorama Econômico do Espírito Santo – 2º Trimestre de 2020 

Veja o Boletim Trimestral – Balança Comercial do Espírito Santo – 2º Trimestre de 2020

 


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Larissa Linhalis
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Foto: Reprodução Youtube

 

 

Exportacoes

As exportações capixabas cresceram +15,33% em agosto, frente a julho de 2020, mas ainda se mantém abaixo dos anos anteriores, com retração de -40,18% ante agosto de 2019 e -30,59% de janeiro a agosto de 2020 contra o mesmo período do ano passado.