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Sandra CRJ
Foto: Comunicação / IJSN

O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e a Secretaria de Direitos Humanos (SEDH) promoveram uma oficina de alinhamento entre os pesquisadores e as equipes que participam do Projeto de Monitoramento e Avaliação dos Centros de Referência das Juventudes (CRJs). O encontro aconteceu, nessa quarta-feira (20), no auditório do IJSN, e reuniu cerca de 30 participantes.

Durante a oficina, as equipes do CRJ Terra Vermelha e do CRJ Feu Rosa conheceram os objetivos do processo de Monitoramento e Avaliação do programa e puderam, por meio de dinâmicas e apresentações, alinhar o entendimento a respeito da pesquisa.  Além de aproximar as equipes, o encontro possibilitou oferecer formação aos participantes, visando ao aprimoramento das atividades nos Centros de Referência.

A coordenadora de Estudos Sociais do IJSN e da Pesquisa de Monitoramento e Avaliação, Sandra Mara Pereira, falou sobre a importância dos estudos conduzidos pelo Instituto Jones no desenvolvimento da política pública. Ela avaliou de forma positiva a integração entre as equipes e destacou os resultados da oficina para o melhor andamento dos trabalhos realizados com as Juventudes.

“O monitoramento tem muitas estratégias. Hoje focamos em uma delas que é a de captação de informação, por meio de formulários de uso rotineiro das equipes e também de outros instrumentos. Isso vai nos fornecer um banco com dados detalhados para entender melhor o público e possibilitar, em breve, a criação de um sistema de informação para os CRJs e para as políticas de Juventude como um todo”, explicou Sandra Mara.

“Hoje conseguimos reunir todos os profissionais envolvidos nos CRJs e todos foram unanimes na compreensão de que essa foi uma etapa importante. Esses instrumentos que estamos entregando vão facilitar o registro e o monitoramento de toda a ação. Estamos fechando um ciclo da pesquisa e essa é uma primeira entrega. Estamos em um rumo acertado e bons frutos virão. Essa é a nossa perspectiva”, destacou a pesquisadora.

Para a assessora especial da Secretaria de Direitos Humanos (SEDH), Raiana Rangel, a oficina foi “um momento de construção entre as equipes dos CRJs e IJSN dos processos que são importantes para qualificação dos serviços realizados nos Centros de Referência. Isso permitirá, no futuro, aprimorar as ações desenvolvidas com as Juventudes.”

Centro das Juventudes

Os Centros de Referência das Juventudes são espaços que visam a ofertar uma gama de serviços voltados para a faixa etária, buscando ampliar a garantia de direitos e diminuir os índices de crimes violentos sofridos e cometidos por jovens. Em todo o Estado, serão 14 CRJs em funcionamento até 2022, com capacidade para atender uma média de 65 mil jovens por ano.

Os CRJs vão disponibilizar, por exemplo, cursos, construção de Planos de Vida e Trabalho, o uso de espaços de trabalho compartilhado, com laboratório temático para a geração de renda, além da realização de eventos artístico-culturais e esportivos, entre outros.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do IJSN
Eduardo Rabello
(27) 3636-8066 / 99892-5291
comunicacao@ijsn.es.gov.br

Assessoria de Comunicação do Projeto Estado Presente: Segurança Cidadã
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(27) 3636-1330 / (27) 99231-5186
consultoria.bid@sedh.es.gov.br

 

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webinario mpes

O diretor de Integração e Projetos Especiais do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Pablo Lira, foi um dos convidados a palestrar no webinário “Estatuto da Cidade e seus 20 anos: avanços, limites e perspectivas futuras”, promovido pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES). O encontro foi realizado nessa quinta-feira (14) e contou com a participação do professor e urbanista Edésio Fernandes e da procuradora do município de Vitória e especialista em Direito Ambiental, Flávia de Sousa Marchezini.

O objetivo do evento virtual foi discutir o Estatuto da Cidade como instrumento jurídico concebido pelo amplo movimento de reforma urbana no País, bem como as consequências das estruturas fundamentais da ordem jurídico-urbanística. Essas estruturas são apontadas por especialistas como imprescindíveis para se viabilizar o ordenamento das cidades, em especial, no que se refere à segregação socioespacial do processo de urbanização.

Pablo Lira, que é doutor em Geografia e mestre em Arquitetura e Urbanismo, abordou os avanços obtidos e os desafios enfrentados desde a publicação da Lei Federal 10.257/2001, conhecida como Estatuto da Cidade, que estabeleceu diretrizes gerais da política urbana no Brasil.  O tema também está presente no capítulo da autoria de Lira, que compõe o livro “20 anos do Estatuto da Cidade: experiências e reflexões”, organizado pelo professor Edésio Fernandes e lançado recentemente pela editora Gaia Cultural.

“Os brasileiros que acreditam nos princípios constitucionais da política urbana, referendados pelo Estatuto da Cidade, devem juntar suas vozes e seus esforços para defender a sustentabilidade, a função social e, acima de tudo, os direitos à cidade. Debater o Estatuto como instrumento jurídico junto aos membros do Ministério Público, acompanhado de grandes referências no assunto, é fundamental para avançarmos nessa questão”, pontuou Pablo Lira.

A mediação do webinário foi feita pelo promotor de Justiça Marcelo Lemos Vieira. Ele salientou a importância do diálogo e da busca do conhecimento a respeito das áreas ambiental e urbanística. “Quando tratamos de cidades, lidamos também com pessoas. Precisamos fomentar o diálogo e o conhecimento em relação às áreas ambiental e urbanística”, disse.

O professor Edésio Fernandes, autor de diversas obras ligadas ao Direito Urbanístico e referência internacional em gestão urbana, destacou o conceito de que a cidade é uma criação coletiva e de ação comunitária, além de apresentar as perspectivas para o estatuto.

“Se há um legado para as futuras gerações é que elas vão viver em cidades melhores, mais justas, includentes, saudáveis e eficientes. Este deveria ser o nosso esforço. O desafio é justamente criar novos processos e estruturas de governança da terra urbana”, explicou Fernandes.

O livro “20 anos do Estatuto da Cidade: experiências e reflexões” pode ser acessado em: https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/20-anos-do-estatuto-da-cidade-experiencias-e-reflexoes-2/

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analise criminal aula

Cerca de 50 agentes das forças de segurança do Espírito Santo participaram, nessa quinta-feira (14), da primeira aula do curso de Análise Criminal, promovido pelo Governo do Estado. A formação é uma iniciativa do Observatório da Segurança Cidadã (OSC/ES), coordenado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), no âmbito do Programa Estado Presente em Defesa da Vida. O objetivo é capacitar os policiais no campo estratégico e ampliar as ações de inteligência no combate à violência.

Nessa primeira edição, as vagas foram preenchidas por policiais civis e militares das Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP) e das Regiões Integradas de Segurança Pública (RISP) do Estado, designados pelos coordenadores de área de cada instituição. A intenção é de que o curso seja ofertado semestralmente e inclua agentes da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Guardas Municipais e demais gestores da área de segurança.

“O primeiro curso de Análise Criminal realizado por nosso governo é mais uma ação para que possamos avançar ainda mais na revisão metodológica e nas estratégias do Programa Estado Presente em Defesa da Vida. Fazer análise correta da dinâmica da criminalidade em cada bairro, em cada município, é fundamental para seguirmos em frente com policiamento orientado para a solução do problema e, assim, levarmos mais segurança e tranquilidade para a sociedade capixaba”, disse o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc.

Coordenador-executivo do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, o secretário ressaltou que, associada à estratégia e ao método, a qualificação dos profissionais das forças de segurança é fundamental para a redução da criminalidade. “Desde o início da gestão, investimos fortemente em recursos humanos, equipamentos, infraestrutura para nossas unidades policiais, tecnologia e inteligência na área da Segurança Pública, para reduzirmos a violência letal e levarmos paz para a sociedade capixaba”, afirmou Duboc.

O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Alexandre Ramalho, destacou a importância do curso de Análise Criminal na formação de novos gestores e no planejamento das políticas públicas na área de segurança.

“O curso dará um norte para a segurança pública, numa visão maior, formando novos gestores dentro das Áreas Integradas de Segurança Pública e das Regiões Integradas de Segurança Pública do Estado Presente. Os gestores poderão, baseados em análises e dados estatísticos, empregar muito melhor seus recursos operacionais”, pontuou Alexandre Ramalho.

“O Governo do Estado, com o Programa Estado Presente, vem aprimorar as ações da segurança pública em três frentes que se integram:  a estruturação do trabalho, com a recomposição de efetivo e investimento ainda maior em tecnologia, por exemplo; a governança, como as reuniões das RISPs e a própria participação ativa do governador Renato Casagrande nas decisões; e a qualificação do trabalho policial, com investimento na formação das pessoas. E é isso que estamos fazendo”, destacou o diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Daniel Cerqueira.

Para o gerente do Observatório da Segurança Pública e coidealizador do curso, Carlos Souza, a capacitação é fundamental na formação do agente de segurança pública: “a identificação e o monitoramento de padrões na incidência criminal proporcionam a correta aplicação do recurso operacional e é determinante para o sucesso das políticas públicas implantadas.”

“O curso oferece instrumentais teóricos e práticos para a construção do conhecimento na segurança pública. Os alunos terão noções de estatística e interpretação de dados, permitindo a análise e o cruzamentos de informações. Isso trará um ganho significativo no campo estratégico de combate à violência no Estado”, explicou a coordenadora do Observatório da Segurança Cidadã, Bárbara Caballero.

A formação segue até dezembro deste ano, de forma híbrida, com aulas virtuais e presenciais. Os participantes conhecerão ainda o Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), localizado na Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp); e a Central de Teleflagrante e o Centro de Inteligência e Análise Telemática (CIAT), da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES).

 

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do IJSN
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Servicos PMSEm agosto de 2021, o volume de serviços no Espírito Santo avançou +0,4%, frente ao mês imediatamente anterior e +18,2%, na comparação interanual.