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Producao industrial PIM PFEm abril de 2022, a produção industrial capixaba, apresentou queda de -0,6% na comparação com março de 2022, na série livre dos efeitos sazonais, e no acumulado do ano, a indústria caiu -0,9%.

Construcao Civil SINAPIO índice da construção civil no Espírito Santo, calculado pelo SINAPI-ES apresentou aumento (+3,43%) entre os meses de abril de 2022 e maio de 2022. No acumulado dos últimos 12 meses, contra igual período anterior, o índice avançou +18,54%. O CUB-ES registrou variação de +5,44%, comparado a maio de 2022, e aumento de +16,14% em relação aos últimos 12 meses.

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O Boletim Economia do Turismo no Espírito Santo, resultado de uma parceria entre o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a Secretaria de Estado do Turismo (SETUR-ES) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES), tem por objetivo mensurar e monitorar informações das atividades econômicas, geração da renda, número de postos de trabalho, remuneração média dos trabalhadores, entre outros indicadores ligados ao turismo para o contexto capixaba.

Os indicadores relacionados ao emprego celetista provenientes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a partir do 1° trimestre de 2020, passaram a ser atualizados com base nos dados do Novo Caged. Com isso, uma nova série de dados se inicia para tais indicadores. (Nota Metodológica Novo CAGED Turismo)

 

Texto para Discussão 59: A Economia do Turismo no Espírito Santo

 

 

 

 

IPCAEm maio de 2022, tanto o IPCA como o INPC registraram deflação na Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), com taxas de -0,08% e -0,20%, respectivamente. Em ambos os casos, as variações ficaram abaixo da média nacional, que apresentou inflação nos dois índices.

Sistematizacao do projeto Modelo Integrado de Controle de Armas no Espirito Santo 1O combate ao tráfico de armas enfrenta uma série de desafios, dentre os quais podemos destacar a quantidade de instituições envolvidas, a falta de coordenação, a existência de processos fragmentados, a escassez de dados, além da falta de investimento em ferramentas que otimizem o trabalho.

No âmbito das polícias estaduais, observamos com frequência um baixo nível de conhecimento sobre armas e seus meios de rastreamento, a ausência de sistemas de registro da apreensão de armas que sejam padronizados ou que permitam extrair relatórios analíticos e a falta de recursos para perícias que produzam dados além da identificação e da eficiência da arma.

Nesse contexto, o Instituto Sou da Paz desenvolve diversos projetos com a intenção de aumentar a capacidade estatal de controle do mercado legal e de combate ao mercado ilegal de armas e munições. Entre esses projetos, há duas experiências emblemáticas com as Secretarias Estaduais de São Paulo e de Goiás, locais em que facilitamos grupos de trabalho para identificar as necessidades mais urgentes, realizamos análises de dados e de procedimentos para, de forma conjunta com servidores(as) e gestores(as) locais, gerar recomendações de mudanças ou de novas práticas viáveis no curto e médio prazo.

O relatório que apresentamos aqui sistematiza a trajetória do projeto mais recente de apoio ao controle de armas que desenvolvemos junto ao governo do Espírito Santo, entre os anos de 2019 e 2021. Este é o projeto mais completo realizado nesse tema até o momento, uma vez que, beneficiando-se do aprendizado dos projetos anteriores, ele teve como objetivo viabilizar a implantação de um modelo integrado de controle de armas que considerasse todas as interfaces da Secretaria Estadual de Segurança Pública com o tema.

Esse modelo se baseia no fortalecimento da capacidade de atuação do estado em quatro eixos: produção de dados estratégicos, inteligência policial, cooperação institucional e custódia de armas. Tendo como elemento essencial uma equipe de gestores(as) locais engajados e cientes do potencial que esse tema tem de impactar diretamente a segurança nas ruas, os avanços obtidos foram notáveis. Esperamos que a experiência e os aprendizados relatados possam inspirar outros estados a também investir no controle da circulação de armas como atividade estratégica da sua segurança pública. Esse é um desafio nacional e cada passo nessa direção faz com que todos os resultados se multipliquem e se fortaleçam mutuamente.