Pagina Principal Artigos

IPCAAs taxas de inflação medidas pelo IPCA e pelo INPC na Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV) foram, respectivamente, +0,83% e +0,72% em abril de 2022. Em ambos os casos, as variações ficaram abaixo da média nacional.

Entrega DRS

O governador do Estado, Renato Casagrande, apresentou, nesta terça-feira (10), os Planos de Ação do Projeto Desenvolvimento Regional Sustentável do Espírito Santo (DRS-ES). O instrumento será utilizado para promover um crescimento mais equilibrado, de forma equitativa e integrada, nas microrregiões capixabas. O lançamento aconteceu no Palácio Anchieta, em Vitória, com a presença de representantes dos Conselhos Regionais e de instituições parceiras do projeto.

“Construímos ações e propostas para cada microrregião. Essas diretrizes já nos orientam e vão seguir orientando o nosso trabalho em cada uma das dez microrregiões do Espírito Santo. Queremos um desenvolvimento regional de forma equilibrada. Não queremos uma ou outra microrregião avançando em detrimento de outra. Desejamos que todas as pessoas tenham prosperidade e oportunidades de viver na sua microrregião, com trabalho e desenvolvimento”, pontuou o governador.

A vice-governadora do Estado, Jacqueline Moraes, parabenizou a presença feminina que esteve à frente do Projeto e destacou a importância dos Planos de Ação para pensar o desenvolvimento regional. “Os Planos entregues nesta terça-feira serão como uma bússola, um apontamento para o desenvolvimento sustentável e para a prosperidade da microrregião capixaba. Esta entrega só foi possível graças ao trabalho equilibrado da atual gestão”, declarou.

O secretário de Estado do Governo, Álvaro Duboc, destacou que o Espírito Santo é o único Estado que tem uma visão detalhada dos desafios e oportunidades de cada município e de cada região. “Quando iniciamos a gestão, recebemos do governador a missão de elaborar os Planos de Desenvolvimento para cada uma das microrregiões do Espírito Santo. Agora, após três anos de pesquisa e trabalho, chegamos ao final com um brilhante resultado. Hoje demos mais um passo importante, entregando o que será uma poderosa cartilha para os governantes municipais se apropriarem. O DRS-ES é um verdadeiro marco do planejamento governamental do Estado”, ressaltou Duboc.

O Projeto Desenvolvimento Regional Sustentável do Espírito Santo, o DRS-ES, teve início em 2019 e foi estruturado em dois eixos. O primeiro trata da formação dos Conselhos de Desenvolvimento Regional Sustentável (CDRS), que contam com representantes das diversas esferas do poder público e da sociedade civil das nove microrregiões participantes. Por meio das Câmaras Temáticas, os Conselhos definiram os temas prioritários, aprofundando os assuntos relevantes para cada microrregião.

O secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento, Ricardo Pessanha, afirmou que o Governo do Espírito Santo tem se dedicado a promover um desenvolvimento regional descentralizado, integrado e sustentável. “O trabalho colocado em prática pelo Governo do Estado é pautado pelo diálogo aberto e, por isso, a formação dos Conselhos de Desenvolvimento Regional Sustentável foi importante para dar voz aos representantes da sociedade civil, instituições envolvidas, comunidade acadêmica e lideranças locais. Essa foi uma oportunidade para identificar desafios e as potencialidades de cada microrregião, a partir da participação de todos”, salientou.

O subsecretário de Estado de Integração e Desenvolvimento Regional, Paulo Menegueli, frisou que, durante os encontros dos integrantes dos Conselhos de Desenvolvimento Regionais Sustentáveis, foram colhidas informações relevantes que vão nortear o aperfeiçoamento das políticas públicas do Estado, para o crescimento das cidades de maneira equilibrada e assertiva. “A partir do diagnóstico, foi elaborado o Plano de Ação para cada microrregião do Estado, contendo projetos, metas e responsáveis, que vão permitir o desenvolvimento do Espírito Santo de forma integrada”, completou.

Pesquisa e inovação

O segundo eixo do Projeto DRS-ES está ligado ao Projeto de Pesquisa, composto pelo Diagnóstico e pela elaboração do Plano de Ação, numa parceria entre o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).

O diagnóstico contou com equipes de pesquisadores coordenadas por professores da Ufes e do Ifes. Foram feitos levantamentos, além de análises de dados e de informações técnicas que permitiram ampliar a compressão sobre as necessidades de cada território e também descentralizar a produção do conhecimento em todo o Estado.

Já o Plano de Ação é um instrumento que contém projetos e metas, além da indicação de seus respectivos responsáveis, para a promoção do desenvolvimento do Espírito Santo, de forma integrada e sustentável. O documento abrange ações nas áreas territorial, ambiental, social, econômica e de gestão pública para cada microrregião. Ao todo, foram 519 demandas recebidas, que passaram pelas etapas de análise e hierarquização, até chegar ao total de 45 ações priorizadas, escolhidas em votação pelos Conselhos Regionais.

O diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Daniel Cerqueira, destacou a importância das parcerias institucionais da rede de pesquisa formada entre o Governo do Estado, Ufes e Ifes.

“Tudo o que este Governo faz, faz com princípios, transparência, democracia participativa, equidade e inovação. O DRS-ES é um projeto completamente inovador. Não conheço no Brasil outro projeto com essa magnitude. Um trabalho que envolveu mais de 150 pesquisadores e diversos atores do poder público e da sociedade civil. Parabenizo a todos os entes que contribuíram com essa iniciativa e com o trabalho que será realizado daqui para frente”, complementou Daniel Cerqueira.

A coordenadora-geral do Projeto DRS-ES e diretora de Estudos e Pesquisas do Instituto Jones dos Santos Neves, Latussa Laranja, reforçou a importância do projeto para um desenvolvimento equilibrado em todo o território capixaba.

“É importante frisar que o Plano de Ação do DRS-ES é um valioso instrumento de planejamento e gestão, que contém programas, ações, metas e responsáveis pela execução. Esse trabalho será monitorado pelos conselhos regionais, permitindo ainda estabelecer uma agenda contínua para a qualificação das discussões intersetoriais, com foco na sustentabilidade e na prosperidade para todo o Espírito Santo”, disse Latussa Laranja.

A diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Cristina Engel, comentou que a Fapes cumpre um importante papel de fazer com que o conhecimento produzido na academia tenha um resultado que sirva a sociedade de uma forma mais imediata. “A Fundação auxiliou nesse processo para que fossem desenvolvidas as pesquisas específicas e cujo resultado, por meio do IJSN, culminasse na apresentação desse Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável, que resultará em inúmeras melhorias para o Espírito Santo. A nossa expectativa com esse lançamento é ótima”, destacou.

A previsão é de que, com a entrega dos Planos de Ação DRS-ES pelo Governo do Estado, seja possível estabelecer uma agenda contínua, monitorada pelos Conselhos Regionais, para a qualificação das discussões intersetoriais, com foco na sustentabilidade e na prosperidade para todo o Espírito Santo.

Para acessar os Planos de Ação do Projeto Desenvolvimento Regional Sustentável do Espírito Santo (DRS-ES) clique aqui.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Governo
Giovani Pagotto
(27) 98895-0843

Assessoria de Comunicação do IJSN
Eduardo Rabello
(27) 3636-8066 / 99892-5291
comunicacao@ijsn.es.gov.br

Assessoria de Comunicação da Sectides
Ana Luiza Freitas / Gabriela Galvão / Larissa Linhalis
(27) 3636-9707 / 6753 / 1822 / 99949-8105 / 99942-9537 / 98102-0236
comunicacao@sectides.es.gov.br

Assessoria de Comunicação da Fapes
Samantha Nepomuceno
(27) 3636-1867
comunicacao@fapes.es.gov.br

Producao industrial PIM PFEm março de 2022, a produção industrial capixaba, apresentou queda de -3,0% na comparação com fevereiro de 2022, na série livre dos efeitos sazonais. Já no acumulado do ano, a indústria cresceu +1,6%.

Comercio VarejistaO volume de vendas do comércio varejista restrito no Espírito Santo avançou +1,1% em março de 2022 frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. Na comparação interanual, o setor registrou crescimento de +10,0%.

WhatsApp Image 2022 04 29 at 10.18.18

Nos dias 26 e 27/4, uma comitiva de representantes do Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas (FNEM) esteve em Brasília cumprindo extensa agenda para tratar de temas que impactam no cotidiano das pessoas que vivem nas cidades metropolitanas.

Participaram dos compromissos a presidente do FNEM e diretora-geral da Agência RMBH, Mila Corrêa da Costa; o diretor de Governança Metropolitana Interfederativa do CONDEPE/FIDEM, Luiz Quental Coutinho; o presidente da COMEC, Gilson Santos; os arquitetos e urbanistas da COMEC, Millena Reis e Ruan Amaral; o diretor-geral da Agência RMVA, João Luiz Andrade; o chefe de Gabinete da Agência RMVA, Mauro Guimarães; o técnico de Planejamento do Instituto Jones dos Santos Neves, João Luiz Paste; a diretora técnica da Agem Sorocaba, Sandra Lanças; e a assessora jurídica da Agência Executiva Metropolitana do Maranhão, Mônica Teixeira.

Os trabalhos tiveram início com a primeira reunião ordinária do fórum realizada em formato híbrido após sua reativação. O encontro ocorreu na manhã de terça-feira (26/4), na sede da Representação do Governo do Paraná em Brasília. Os gestores abordaram as atividades exercidas pelos Grupos de Trabalho criados para troca e compartilhamento de experiências entre as entidades participantes do FNEM, definiram uma edição especial do E-book Pensar Metropolitano para o segundo semestre de 2022, e repassaram a programação em Brasília. Ao final, a reunião contou com a participação de representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para apresentação do livro “Federalismo, Planejamento e Financiamento – avanços e desafios da governança metropolitana no Brasil”.

O Ipea ocupa uma posição híbrida na administração pública brasileira. Sendo um órgão da administração indireta ligado, neste momento, ao Ministério da Economia, o Ipea é uma instituição de pesquisa em que são desenvolvidas investigações de natureza diversa, com diferentes níveis de articulação com vários ministérios finalísticos do governo federal. Os representantes do FNEM reconhecem a importância do instituto e buscarão futuras parcerias e contribuições com a disponibilização de dados e informações relevantes para a consolidação de outros estudos metropolitanos.

“As regiões metropolitanas concentram as maiores populações e respondem pela principal geração de emprego e renda, demonstrando sua importância na vida do país e das pessoas. O FNEM é com certeza a oportunidade de estabelecer uma agenda positiva e de ações concretas para o futuro sustentável nessas cidades”, destaca o presidente da COMEC, Gilson Santos.

Distribuição da Carta Aberta

No intuito de fortalecer o diálogo e a ação coordenada entre os entes responsáveis pelo planejamento e pela gestão das regiões metropolitanas, a diretoria do Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas sob a liderança da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Agência RMBH), em conjunto com a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (CONDEPE/FIDEM) e a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (COMEC), concluíram a publicação da Carta Aberta do fórum.

Na ocasião, o material foi entregue para vários atores políticos federais, como o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Antônio Anastasia; os deputados federais Fernando Monteiro e Ricardo Barros; a secretária Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano, Sandra Holanda; o diretor de Mobilidade do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), Marcos Daniel dos Santos; e para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

“A decisão do FNEM em realizar sua reunião ordinária em Brasília atingiu o seu principal objetivo, que é articular com instituições e autoridades nacionais no sentido de fomentar a pauta metropolitana e valorizar a gestão das grandes metrópoles brasileiras. Como exemplo positivo, cito a nossa reunião com a secretária Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano, Sandra Holanda, que irá possibilitar a participação do FNEM nas discussões que envolvem temáticas caras para as entidades metropolitanas”, afirma o diretor de Governança Metropolitana Interfederativa do CONDEPE/FIDEM, Luiz Quental Coutinho.

Sobre o FNEM

O Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas é uma associação civil sem fins lucrativos instituída em 1995. Congrega entidades e órgãos públicos estaduais responsáveis por temas relacionados às regiões metropolitanas brasileiras. Com sede itinerante, o FNEM objetiva promover a valorização do planejamento e gestão do espaço metropolitano, bem como a participação efetiva de organismos metropolitanos na formulação e implementação das políticas de desenvolvimento urbano e regional.

A criação do FNEM resultou de reunião realizada em 1995 em Porto Alegre. No ano seguinte, foi assinada a Carta de Brasília por representantes de entidades estaduais das 10 regiões metropolitanas até então criadas, dentre elas a RMBH, instituída em 1974.

Informações: Ascom FNEM